MOMENTO DA FAMÍLIA – JUNHO

O Momento da Família

Ano 12 – Nº. 133 – 01 a 30/06/2017

Publicação da Pastoral Familiar da Assistência

Paróquia Santa Maria Mãe de Deus

 

Celebramos a Ascensão de Jesus Cristo, chegando à celebração de Pentecostes, 50 dias depois da Páscoa. Que o Espírito Santo nos inspire e ilumine.

Alegremo-nos com o início do décimo segundo ano de edição e publicação de “O Momento da Família”, na Paróquia Santa Maria Mãe de Deus. A alegria é multiplicada sabendo que a Pastoral Familiar da paróquia está reestruturada, reforçada e conta com equipes entusiasmadas e atuantes. Sucesso!

Na jornada humana, vamos refletir o tema Caminhos, buscando a força e o discernimento em Cristo que é o Caminho, a Verdade e a Vida.

Que a celebração de Pentecostes seja encontro com o Pai na Fé, Esperança e Amor iluminando nossa vivência neste Ano Mariano.

  1. Datas e Celebrações:

 

  1. Missa das Famílias – Conforme programação da paróquia.
  2. Dia Mundial do Meio Ambiente – 05/06/2017 – Conforme programação paroquial.

 

  1. Reflexão: Caminhada – Ano Jubilar Mariano – CAMINHOS

 

“Pentecostes – os discípulos de Jesus estavam no cenáculo, um salão onde costumavam se reunir. De repente, veio do céu um grande ruído, como se fosse um vento muito forte, que encheu toda a casa. Apareceram então pequenas línguas de fogo, que se dividiram e desceram sobre cada um dos discípulos. Era o fogo do Espírito Santo. Os discípulos então começaram a falar em diferentes línguas, conforme o Espírito inspirava.”

“A cada momento de nossa existência temos que escolher entre um caminho e o outro. Uma simples decisão pode afetar uma pessoa para resto da vida.” – “O diário de um mago” – Página 171, de Paulo Coelho – Publicado por Rocco, 1998

“O Reino exige esforço – Mateus 7, 13-14 – 13. Entrem pela porta estreita, porque é larga a porta e espaçoso o caminho que conduzem à perdição e numerosos são os que por aí entram! 14. Estreita, porém, é a porta e apertado o caminho da vida e raros são os que o encontram.” www.bibliacatolica.com.br/biblia-ave-maria Papa indica a missão da Igreja no encontro de Emaús.

Caminhos

Caminho – Qualquer faixa de terreno destinada ao trânsito de pedestres ou de veículos; estrada. Espaço a percorrer de um lugar para outro: a linha reta é o caminho mais curto entre dois pontos. [Figurado] Meio de alcançar um resultado; norma de proceder: o caminho do sucesso.       Dicionário Online de Portuguêswww.dicio.com.br/

Caminho é mais para o que é conhecido como rodovia. É caminho para uso público geralmente pavimentado, que são adequados para a circulação inclusive de veículos. Caminho é uma via ou estrada que conecta diferentes localizações geográficas e permite o movimento de pessoas de um lugar para outro, especialmente por automóveis, ônibus etc.

Em computação, uma rota (do inglês caminho) é a maneira em que é feita referência a um arquivo ou diretório dentro de um sistema de arquivos. Em outras palavras, o caminho indica a localização exata do arquivo ou diretório por meio de uma sequência de caracteres. Nas comunicações, o caminho de links é o conjunto de pontos que permitem a você interligar dois pontos de extremidades distintas.

Parte do texto – https://edukavita.blogspot.com.br

 

“Você poderia me dizer, por favor, qual caminho eu devo seguir?” “Isso depende muito de onde você deseja chegar.”    – Lewis Carroll; Alice no País das Maravilhas

 

 

 

Nossa Razão*                                Débora Alcântara

 

Nossa razão de existir nesse mundo. Nossa razão de existir. Nossa razão. Qual é a sua resposta para talvez a maior pergunta de todas: Qual é o seu propósito?

Sabemos que as perguntas mais importantes são às vezes as perguntas mais difíceis. Também sabemos que achar o seu lugar nessa viagem que chamamos de vida não é simples.

Todas as oportunidades que deixamos passar podem nos frustrar. Mas precisamos avaliar diariamente nosso papel nessa vida – e a marca que queremos deixar nesse mundo. Porque, afinal, pelo quê você quer ser lembrado? …E há um tempo, também não tínhamos as respostas.

E o que queremos é que você não precise passar pelos quase 10 anos que nós precisamos para entender isso tudo. Você não precisa ter todas as respostas completas ou ter nascido com um “talento nato” para chegar ao sucesso e encontrar o seu propósito. E o que estamos falando é justamente isso: pode ser diferente.

Nós somos convictos de que você pode construir tudo que você quiser construir! O mundo está mudando de uma forma tão rápida e tão dinâmica que o mercado atual é diferente do mercado para o qual você se preparou (o que dizer do que está por vir então!).

E é nesse contexto, para estar pronto para o mercado de hoje e o de amanhã, é preciso entender de forma objetiva: Esteja aberto a mudanças. Nunca pare de estudar. Nunca pare de ensinar. Nunca pare de aprender. Nunca pare de agradecer. / O mundo nos deu tanto. Está na hora de devolvermos algo ao mundo. Bem-vindos à sua e à nossa fase de transformação. E aí, pelo que você que ser lembrado?

 

* Título original “Efeito Orna” – Significado de Orna / ornar: Enfeitar, adornar, ornamentar, decorar;

Guarnecer de ornatos; Aprimorar, embelezar; Dotar, enriquecer. – https://www.linkedin.com/pulse/

Débora Alcântara – Relações Públicas – empreendedora – Destacado em: Notícias e Opinião – 13/05/2017

 

“Vocês perguntam: ‘Qual é a nossa meta?’ Posso responder numa única palavra: ‘Vitória!’ Vitória a todo custo, vitória apesar de todo o terror, vitória por mais longo e difícil que o caminho possa ser, pois sem vitória não há sobrevivência.” Tradução- Winston Churchill; discurso na Câmara dos Comuns, depois de tomar posse como Primeiro-Ministro (13/05/1940)

Se a porta não está abrindo, esse não é seu caminho          Psicologia

 

Se a porta não abre, simplesmente não é a porta certa, muito menos o caminho. Em algumas ocasiões, no entanto, investimos muito tempo e esforço buscando chaves para abrir uma porta que não poderá nunca ser aberta. Às vezes nem há porta. Porque há destinos impossíveis, pessoas que não se encaixam em nossas fechaduras e caminhos pelos quais é melhor não transitar.

É certo, no entanto, que nenhum de nós acerta nosso destino pessoal logo no primeiro momento. Cabe dizer também que não é errado perder-se de vez em quando. Abrir portas que logo fechamos de novo é bom para adquirir experiência, para saber quem está e quem não está entre o que vale a pena o investimento. Nesses casos ganhamos experiência e devemos ir sem medo, mas com equilíbrio e uma atitude correta.

Quando uma porta que um dia nos deu felicidade se fecha, geralmente outra se abrirá. Mas nem sempre podemos vê-la de imediato, porque acabamos passando grande parte do tempo lamentando pela porta que não pode mais ser aberta, sendo que para essa não temos mais a chave, então de nada adianta…

 

 

Os psicólogos e sociólogos se perguntaram durante muito tempo o que faz com que nós escolhamos um determinado caminho e não outro. Costuma-se dizer que nossas escolhas nos definem muito bem, mas na realidade muitos dos mecanismos que nos fazem ir em uma determinada direção e não em outra seguem não sendo conscientes. Convidamos você a pensar sobre isso.

Uma porta fechada às vezes pode ser um muro a ser derrubado – A voz popular sempre nos diz que quando uma porta se fecha outra se abre. Também costumamos ouvir outra frase que diz que a felicidade é como as borboletas… se a perseguimos, nos escapa. Se ficamos quietos, ela vem até nós. Agora, se levássemos esses dizeres ao pé da letra chegaríamos à conclusão de que as oportunidades aparecem sozinhas, como que por arte ou por magia.

Quando uma porta se fecha costumamos ficar bastante tempo lamentando a impossibilidade de seguir aquele caminho. Ninguém reage tão rapidamente para poder ver outra saída, outra escolha que poderia ser melhor, um caminho melhor. Por outro lado, e como exemplo, vale a pena conhecer um interessante livro “The art of choosing”, da psicóloga Sheena Iyengar, que na tradução para o português se chama “A arte de escolher”.

A doutora Ivengar é cega. Quando chegou ao Canadá vinda da Índia, sabia que sua família, tal como pedia sua cultura, iria decidir com quem se casaria no momento certo. Sua cegueira lhe dava a ideia de que não conseguiria sair desse círculo, dessa prisão pessoal. Graças, porém, a seus dias na universidade, tornou-se consciente de que as mentes alheias não têm direitos para escolher por nós, seja lá o que for. As portas que outros fecham para nós são também muros que podemos e devemos derrubar. Atualmente, Sheena Iyengar é uma grande referência na psicologia das escolhas pessoais.

Voltar e recomeçar quando muitas portas se fecham para nós – Talvez, em algum momento de nosso ciclo vital, não tenhamos tomado as melhores decisões. Ou pode ser, inclusive, que isso aconteça durante um período de tempo longo. Tempo suficiente para nos fazer acreditar que é isso que temos para nós para sempre. Mas não se pode esquecer que por trás das portas fechadas fica conosco o vazio e a tristeza constantemente remoída. Talvez estejamos falando de uma relação, de um trabalho ou de uma amizade que não terminou muito bem. O destino não é algo que deveríamos ver, o destino devemos criar por nós mesmos, com determinação e valentia, abrindo as portas mais adequadas.

Agora que já sabemos que nem sempre as portas que escolhemos se abrem de forma imediata, vamos falar das portas de emergência com as quais podemos encontrar uma nova saída em direção à verdadeira felicidade. Vale a pena refletir sobre essas questões para entendermos que a vida, na realidade, é um labirinto de portas pelas quais podemos transitar, cruzar, aproveitar, aprender e sem dúvida… fechar.

Chaves para encontrar o caminho mais adequado – Nenhum caminho escolhido ao longo de sua viagem existencial foi em vão. Longe de nos arrependermos por ter cruzado uma porta, por ter, por exemplo, mantido um relacionamento, por ter iniciado um projeto e não concluí-lo, simplesmente por termos frustrações no lugar de alegrias, é necessário assumir tudo que foi vivido como oportunidades de aprendizado. Porque toda cicatriz ensina, e todo caminho errado supõe também um convite ao recomeço. Entenda que quando algo termina, a felicidade não se reinicia automaticamente, sozinha.

 

 

É necessário passar por um tempo no qual reconstruímos a nós mesmos, nos conectamos conosco de novo e fechamos adequadamente as portas, as etapas. Chegará um momento em que nos sentiremos preparados. Longe de olhar pra trás, sentiremos de novo o convite de olhar para a frente, de voltar a imaginar e a caminhar agora com mais segurança e mais sabedoria.

Entenda que além de não existir um caminho ideal, nenhuma porta tem a chave da felicidade eterna ou da solução de todos os nossos problemas. É a própria viagem que nos dá as respostas, e as alegrias vêm e vão. A única coisa que precisamos é ser mais receptivos e, antes de tudo, corajosos para cruzar os caminhos desconhecidos maravilhosos que estão aí para serem descobertos por nós…                  Psicologia – 31/05/2016 – https://amenteemaravilhosa.com.br/

 

“De tudo, ficaram três coisas: a certeza de que ele estava sempre começando, a certeza de que era preciso continuar e a certeza de que seria interrompido antes de terminar. Fazer da interrupção um caminho novo. Fazer da queda um passo de dança, do medo uma escada, do sono uma ponte, da procura um encontro”.

Fernando Sabino; “O Encontro Marcado”

Eis a chave do mistério

Nem tudo na Vida é como a Gente quer   –          Dráuzio Varela

 

Temos um nível de exigência absurdo em relação à vida; queremos que absolutamente tudo dê certo, e que, às vezes, por aborrecimentos mínimos, somos capazes de passar um dia inteiro de cara amarrada.

O que não falta neste mundo é gente que se acha o último biscoito do pacote. Que “audácia” contrariá-los! São aqueles que nunca ouviram falar em saídas de emergência: fincam o pé, compram briga e não deixam barato. Alguém aí falou em complexo de perseguição? Justamente. O mundo versus eles. Eu entro muito pela outra porta, e às vezes saio por ela também. A maioria dos nossos problemões podem ser resolvidos assim, rapidinho. Basta um telefonema, um e-mail, um pedido de desculpas, um deixar barato. Eu ando deixando de graça… Pra ser sincero, vinte e quatro horas têm sido pouco pra tudo o que eu tenho que fazer, então não vou perder ainda mais tempo ficando mal-humorado. Se eu procurar, vou encontrar dezenas de situações irritantes que vão atrasar meu dia. Então eu uso a “porta do lado” e vou tratar do que é importante de fato. Eis a chave do mistério, o elixir do bom humor, a razão por que parece que tão pouca coisa na vida dos outros dá errado.               Dráuzio Varela – Modificado por Gisele Miacci – Inserido por Gisele Miacci – pensador.uol.com.br/

 

“Um barco sai para o leste e o outro para o oeste / Levados pelo mesmo vento que sopra; / É a posição das velas, e não o sopro do vento, / Que determina o caminho que eles seguem. / Como os barcos no mar, assim são os caminhos do destino / Ao navegarmos ao longo da vida; / É a posição da alma que determina a meta, / E não a calmaria ou a briga”. – Ella Wheeler Wilcox; “Os ventos do destino” (1916), tradução de Israel Belo de Azevedo, como citado na Revista Enfoque, n. 63, out/2006

A vida que pedi a Deus                           Leni Nobre

Não podemos dizer se a vida que temos é a que pedimos a Deus. Nem que não seja. À medida que vamos vivendo, vamos experimentando e vendo as coisas que acontecem ao nosso redor e cada dia mais nós nos convencemos de que a nossa vida pode estar sendo exatamente aquela que nos cabe.

 

 

Ainda agora, tomei a iniciativa de escrever – e posso fazê-lo, é uma faculdade que me cabe – porque acabei de ver um bebê que deve ter os seus seis meses, com uma mancha branca em lugar de cada olho. Será cego. E sobreviverá, seguirá seu destino, são tantos os cegos com os quais já nos encontramos ao longo de nossa jornada que podemos garantir: ele vai se sair bem. Por nascer cego, aprenderá a viver sem ver.

Mas não sejamos conformistas, nem acomodados. Nós nos irritamos, sim, quando não podemos mudar as coisas, praguejamos, sim, porque Deus não nos deu isso, não nos deu aquilo, que seria tão útil em nossas mãos e com que nós poderíamos realizar muitas coisas. Mas os deu a outras pessoas que as desperdiçam, não sabem usar ou desprezam porque, na verdade, queriam outras benesses que não as que receberam.

Eu li um pensamento pregado em uma placa de um escritório de contabilidade em Belo Horizonte que diz: “O pessimista faz da oportunidade uma desgraça e o otimista faz da mesma desgraça uma oportunidade”. Somos obrigados a nos recolhermos de nossa prepotência porque utilizamos muito pouco da nossa inteligência – nem 20%, os mais inteligentes -, nosso tempo não seria suficiente para fazer tudo o que queremos, temos de priorizar algumas ações e, às vezes, explorar um dom ou uma habilidade pessoal acaba ficando para segundo plano ou esquecido na gaveta. Mas não aproveitar a vida que Deus nos deu seria uma blasfêmia.

O fio da meada da vida pode não indicar nada enquanto achamos que o temos sob controle, mas quando ele se arrebenta em algum ponto, tudo pode se embaraçar, as coisas que se encaixavam nesse fio de vida podem se desordenar e nunca mais se alinharem como antes, mas não é isso uma novidade e uma oportunidade para evitar que a monotonia não nos torne velhos, ranzinzas, metódicos demais?

Antes que a vida nos pegue de surpresa, é preciso que surpreendamos a vida. Todo dia, sem cessar. Mas poderíamos dizer que certas rotinas não podem ser alteradas, que o café da manhã é rotina, que o banho é rotina, que dormir a certa hora da noite é rotina. Que triste isso, porque transformamos a vida numa rotina, fizemos da nossa vida e dos nossos atos uma rotina.

Mas a vida não pode ser vivida como rotina. Porque cada dia deve ser para nós como inédito, porque é, realmente, inédito. Tão inédito que não pode ser rotina. Uma das vantagens da vida é ela ser sempre inédita. Com extrema justiça, porque para todos, sem exceção. Porque a minha vida, a sua vida, a de todos nunca foi vivida, nem por mim, nem por você, nem por ninguém e nunca o será. Nem no cinema. Cada vida é uma edição inédita e o que é inédito ainda não é rotina.

Assim, o dia a dia após vivido ou por viver é edição única e esgotada da vida de cada um. Não pode ser rotina se não há repetição, nem há tempo para passar a limpo. Na verdade, o que se deve mesmo é celebrar tudo o que a vida traz. Sem celebração nada tem graça. Nem um transatlântico em sua magnitude na porta de nosso sonho pode ter graça. / Afinal, tem graça mesmo é viver a vida como a mais inusitada possível, como a única que poderíamos ter, por ser ela a vida que Deus nos deu. E isso basta!

Leni Nobre – Rio Doce Terra – 23/05/2017 – www.riodoceterra.com.br/index.php/leni-nobre

 

FELIZES SÃO OS QUE SE ARRISCAM Erick Morais

Nunca saberemos como é o final do caminho, se não estivermos dispostos a caminhar. / Uma vez me disseram que o mais importante na vida é ser feliz. Confesso que demorei um tempo para entender. Nesse meio tempo, fui em busca de respostas. Ofereceram-me algumas, mas não me interessei. Até que sozinho, pude perceber que para ser feliz é preciso se arriscar.

 

 

A vida não segue roteiro, na verdade, a vida é um espetáculo sem ensaios. Por isso, nem sempre nos saímos bem. Muitas vezes, tentamos nos preparar para as oportunidades, como se pudéssemos ludibriar a senhora do tempo, entretanto, estas sempre chegam de maneira diferente do que imaginávamos e, sobretudo, quando não esperamos.

Sendo assim, não há como se preparar para o acaso, para o inesperado, pois se assim fosse, todo o encanto que só este possui seria mortificado. No entanto, ainda que não saibamos o que fazer, não podemos ser reféns do medo e da insegurança. É necessário estar disposto a se machucar um pouco para que se possa sentir o sabor da felicidade.

Acreditar que se pode ser feliz vivendo de forma reclusa, sem envolvimento, sem acreditar no outro e sem esforço é uma autossabotagem de quem talvez tenha medo do que a felicidade possa lhe provocar. Talvez, tenha medo das feridas e dores que pode ganhar ao longo do caminho e, por isso, prefere esperar a vida passar como se nada de especial pudesse acontecer.

Mas, mesmo que demorem, as oportunidades chegam. E quando chegam, passam depressa. Assim, pelo medo de se arriscar e se machucar, as oportunidades que a vida nos oferece, podem passar. E junto com elas, a chance de ser feliz. / Nunca saberemos como é o final do caminho, se não estivermos dispostos a caminhar. Nele existirão obstáculos, mas, é preciso superá-los, mesmo que ao tentar, caíamos e tomemos tombos. Afinal, o erro faz parte do aprendizado e todos nós somos capazes de suportar alguns baques.

Se não estivermos dispostos a sair da nossa zona de conforto, seremos apenas representações de “eus” sonhados. Criaremos na nossa cabeça um mundo de fantasia, enquanto, essa fantasia poderia estar fora, sendo tocada, abraçada, beijada e vivida. Para tanto, é preciso se arriscar e estar disposto a cair algumas vezes.

O tempo é difícil para os sonhadores que procuram algo além do trivial. Contudo, mais do que querer é necessário ter coragem para agarrar as oportunidades que a vida nos dá. Nem tudo saíra como planejado e quem disse que precisa ser? As melhores coisas são aquelas que apenas o silêncio da alma consegue descrever.

A vida passa tão depressa, que desperdiçar a chance de ser feliz pode ser o seu maior pecado. Saia da janela e dance na rua, de pés descalços, olhe o céu e escute os pássaros. Sinta o seu coração, se entregue aos acasos, arrisque-se e seja corajoso para viver as oportunidades que a vida lhe oferece, pois com o tempo os quadros mais bonitos tornam-se apenas borrões e até o coração mais sonhador se torna seco e triste.                                    Erick MoraisAUTOCONHECIMENTO – 17/03/2017 – http://caminhos.eu/

 

Papa indica a missão da Igreja encontro de EmaúsLc 24, 13-35

L’Osservatore Romano

“No encontro de Jesus com os discípulos de Emaús ‘está todo o destino da Igreja que não se fecha numa cidadela fortificada, mas avança no seu ambiente mais vital, ou seja, no caminho’, recordou o Papa Francisco ao comentar o episódio evangélico na audiência geral desta semana. ‘Nesse cenário do caminho encontramo-nos com as pessoas, com as suas esperanças e desilusões, muitas vezes graves. A Igreja ouve as histórias de todos, como saem do íntimo da consciência pessoal, para depois oferecer a palavra de vida, o testemunho do amor de Deus, amor fiel até ao fim. Então o coração das pessoas volta a arder de esperança’”.

 

 

Foi o que aconteceu aos discípulos que na estrada para Emaús “caminhavam desiludidos, tristes, decididos a deixar para trás a amargura de uma vicissitude frustrada». De facto, os dois «cultivavam uma esperança unicamente humana que agora desmoronava». A cruz elevada no Calvário era para eles «o sinal mais eloquente de uma derrota que não tinham previsto”.

O encontro com Jesus, pelo contrário, marca o início de uma verdadeira “terapia da esperança”. O Senhor pergunta e ouve, depois fala através das Escrituras e repete o gesto-chave de cada Eucaristia: toma o pão, abençoa-o, parte-o e oferece-o. Uma série de gestos que se tornam o sinal do que deve ser a Igreja. De fato, Ele toma-nos, abençoa-nos, “parte” a nossa vida e oferece-a aos outros.

“Todos nós” – reconheceu Francisco a tal propósito –” tivemos momentos difíceis, escuros; momentos nos quais caminhávamos tristes, preocupados, sem horizontes, só com um muro na frente. Mas Jesus está sempre ao nosso lado para nos restituir a esperança, para aquecer o nosso coração. Eis o “segredo” do caminho que leva a Emaús: “Também através das aparências contrárias, continuamos a ser amados e Deus nunca deixará de nos amar”. “Ele – garantiu o Papa – caminhará sempre conosco, sempre, até nos momentos mais dolorosos, mais terríveis, até nos momentos da derrota: ali está o Senhor. E essa é a nossa esperança”.

Catequese do Papa Francisco – L’Osservatore Romano – 26/05/2017 – Opinião e Notícias – http://arquidiocesebh.org.br

 

Dia Mundial do Meio Ambiente     Vanessa Sardinha dos Santos

O Dia Mundial do Meio Ambiente foi criado em 1972 e tem por objetivo conscientizar a respeito da importância de preservar os recursos naturais. Proteger o meio ambiente hoje é garantir recursos para as novas gerações.

O Dia Mundial do Meio Ambiente é comemorado em 05 de junho e tem por finalidade criar uma postura crítica e ativa em relação aos problemas ambientais existentes no planeta. Os seres humanos são os grandes responsáveis por mudanças graves no meio ambiente, como a poluição e a perda de biodiversidade, e cabe a nós desenvolver medidas que impeçam que nossos impactos atinjam de modo irreversível a Terra.

O Dia Mundial do Meio Ambiente foi instituído na Assembleia Geral das Nações Unidas. A criação da data marcou a abertura da Conferência das Nações Unidas sobre o Ambiente Humano, conferência essa que ficou conhecida como Conferência de Estocolmo. Nessa Conferência, a Organização das Nações Unidas (ONU) criou o PNUMA (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente) e apresentou a Declaração da Conferência da ONU sobre o Meio Ambiente, que apresenta princípios que visam à melhoria da preservação do meio ambiente.

Importância – Espera-se que, com o Dia Mundial do Meio Ambiente, a sociedade obtenha informações relevantes sobre os impactos do homem no planeta e adquira uma postura consciente em relação ao uso dos recursos naturais. Também tem por objetivo lembrar a população e os governantes sobre a importância da preservação dos nossos recursos e da necessidade de leis que garantam o desenvolvimento, mas sem afetar de maneira negativa o meio, ou seja, que garantam um desenvolvimento sustentável.

 

Para que a conscientização aconteça, a cada ano um tema é debatido amplamente ao redor do mundo. São realizadas campanhas que mobilizam não apenas o cidadão comum, como também governantes e empresas.

Como eu posso ajudar o meio ambiente? – Apesar de parecer uma tarefa difícil, o meio ambiente pode ser ajudado com medidas individuais bastante simples. Se cada um fizer sua parte, podemos garantir um futuro mais promissor para as gerações futuras. Veja a seguir algumas dicas importantes para preservar o meio ambiente: Economize água e energia; Não compre animais silvestres sem autorização; Evite hábitos consumistas, comprando apenas o que for necessário; Sempre que possível, deixe seu carro em casa; Prefira comprar de empresas que apresentam responsabilidade socioambiental; Reaproveite e recicle; Não desperdice alimentos.

“Defender e melhorar o meio ambiente para as atuais e futuras gerações se tornou uma meta fundamental para a humanidade.” (Declaração da Conferência da ONU sobre o Meio Ambiente)                  Vanessa Sardinha dos Santos – Junho/2016 – mundoeducacao.bol.uol.com.br/

 

Civilização do Amor e da Paz: AMENIZE SEUS PROBLEMAS         Carlos Alberto

 

Caros irmãos reflitam.  Todos nós temos problemas e temos que resolvê-los, e isso nos faz mais fortes, ampliamos a nossa visão, aprendemos a encarar as situações de todos os dias.  É claro que parte dos problemas precisam de atenção, fé e foco. Mas, a história abaixo ameniza a enxurrada de ações que vivemos no dia-a-dia.

Esta é uma história de um homem que contratou um carpinteiro para ajudar a arrumar algumas coisas na sua fazenda. O primeiro dia do carpinteiro foi bem difícil. / O pneu do seu carro furou, a serra elétrica quebrou, cortou o dedo, e ao final do dia o seu carro não funcionou. O homem que contratou o carpinteiro ofereceu uma carona para casa. Durante o caminho, o carpinteiro não falou nada.

Quando chegaram à sua casa, o carpinteiro convidou o homem para entrar e conhecer a sua família. Quando os dois homens estavam caminhando para a porta da frente, o carpinteiro parou junto a uma pequena árvore e gentilmente tocou as pontas dos galhos com as duas mãos.
Depois de abrir a porta da sua casa, o carpinteiro transformou­-se.

Os traços tensos do seu rosto transformaram-­se em um grande sorriso, e ele abraçou os seus filhos e beijou a sua esposa. Um pouco mais tarde, o carpinteiro acompanhou a sua visita até o carro.

Assim que eles passaram pela árvore, o homem perguntou:

– Por que você tocou na planta antes de entrar em casa?

O carpinteiro respondeu:

– Ah! Esta é a minha Árvore dos Problemas. Eu sei que não posso evitar ter problemas no meu trabalho, mas estes problemas não devem chegar até os meus filhos e minha esposa. Então, toda noite, eu deixo os meus problemas nesta árvore quando chego em casa, e os pego no dia seguinte; e você quer saber de uma coisa? Toda manhã, quando eu volto para buscar os meus problemas, eles não são nem metade do que eu me lembro de ter deixado na noite anterior.                  Autor desconhecido

A ÁRVORE DOS PROBLEMAS – Postado por Carlos Alberto – 07/05/2017 – http://www.saojudastadeu.org.br

 

Bom Dia dos Namorados!             É Caminhada Jubilar Mariana!

 

O Momento da Família está no site: www.santamariamaededeus.org.brCoordenação da Pastoral Familiar da Assistência

Edição / Formatação: Geraldo Magela Corcini Pena                                               E-mail: magela.gmcp@uol.com.br

               

Tel.: (31) 9.9954-0017 – (31) 3486-9214

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