Nossa Senhora Perpétuo Socorro

Endereço:

                                        Rua Francisca Leão Correa, 47

Bairro União – CEP: 31170-450

Belo Horizonte – MG

Missas:

Segundas e Quartas-feiras às 07hs

Quintas-feiras: 19hs

Sábados às 19hs

Domingos às 19h30

Todo dia 29 as 07hs

 

Adoração ao Santíssimo Sacramento:

Segundas-feiras às 19hs

 

Foi lá pelo ano de 1954 que o povo começou um movimento para construir sua capela. Havia umas poucas casinhas e uma estradinha no meio do mato. Com a ajuda do padre Jose Alves da Paróquia São Paulo e com muita luta é que em 1958 se construiu a capela da Vila Lajinha. Com a criação da Paróquia São Vicente de Paulo, na Cidade Ozanan, passamos a ser assistidos pelo Pe. Valdecio Lopes de Souza, logo depois chegou o Pe. Aloísio Cantal, como auxiliar. Em meados de 1963 o povo começou a unir forças para a construção de uma igreja maior, que pudesse acolher a todos que já não cabiam mais na pequena capela. A construção dessa igreja deu trabalho. O povo teve que buscar ajuda de outras entidades do bairro. Podemos dizer que foi um momento ecumênico que alem da construção da igreja, conseguiu realizar a abertura das ruas e a construção do Centro de Saúde das Vilas Reunidas. Hoje a comunidade avança no caminho com muitos grupos pastorais e uma boa infra-estrutura para o trabalho de evangelização.

Nossa Senhora do Perpétuo Socorro é um título conferido a Maria, mãe de Jesus, representada em um ícone de estilo bizantino. Na Igreja Ortodoxa é conhecida como Mãe de Deus da Paixão, ou ainda, a Virgem da Paixão.

Um ícone célebre é venerado desde 1865 em Roma, na igreja de Santo Afonso, dos redentoristas, na Via Merulana. Tendo vindo da ilha de Creta e estado antes na Igreja de S. Mateus, igualmente em Roma, onde tinha sido solenemente entronizado no ano de 1499, e do qual se contam muitos milagres e histórias[1] .

A tipologia da Mãe de Deus da Paixão está presente no repertório da pintura bizantina desde, no mínimo, o século XII, apesar de rara. No século XV, esta composição que prefigura a paixão de Jesus, é difundida em um grande número de ícones.

Andreas Ritzos, pintor grego do século XV, realizou as mais belas pinturas neste tema. Por esta razão, muitos lhe atribuem este tipo iconográfico. Na verdade a tipologia é bizantina, e quase acadêmica a execução do rígido panejamento das vestes; mas é certamente novo o movimento oposto e assustado do menino, de cujo pé lhe cai a sandália, e ainda a comovente ternura do rosto da mãe.

O ícone é uma variante do tipo hodigítria cuja representação clássica é Maria em posição frontal, num braço ela porta Jesus que abençoa e, com o outro, o aponta para quem, olha para o quadro, aludindo no gesto à frase “é ele o caminho”.

Na representação da Virgem da Paixão, os arcanjos Gabriel e Miguel , na parte superior, de um lado e do outro de Maria, apresentam os instrumentos da paixão. Um dos arcanjos segura a cruz e o outro a lança e a cana com uma esponja na ponta ensopada de vinagre (Jo 19,29).

Ao ver estes instrumentos, o menino se assusta e agarra-se à mãe, enquanto uma sandália lhe cai do pé.

Sobre as figuras no retrato, estão algumas letras gregas. As letras “IC XC” são a abreviatura do nome “Jesus Cristo” e “MP ØY” são a abreviatura de “Mãe de Deus”. As letras que estão abaixo dos arcanjos correspondem à abreviatura de seus nomes.

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